Imigração: Europa recebe a fatura do colonialismo africano.

Por Antonio Vaz – reproduzido e editado p/ Cimberley Cáspio

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Foto: maltatoday.com.mt

Em 2015, chegaram à Europa mais de um milhão de pessoas, vindas de países do Médio Oriente e da África. No ano que agora terminou foram registadas 171 635 chegadas de barco, enquanto em 2016 tinham sido 363 504.

Durante décadas, a Europa, enquanto saqueava as riquezas da África, protegida pelas “marionetes” colocadas por ela nos governos locais (consultar “neocolonialismo”), fez de conta que tudo estava bem. Os milhões investidos nessa “caridade” que, na sua maioria, acabavam por alimentar à riqueza dos caridosos europeus ou das caridosas empresas ou ONGs, também, muitas europeias, que eram impostas pelos governos europeus, serviam para os ilibar de suas culpas (então assumidas por eles mas nunca declaradas publicamente como tal – os governos locais colocados por eles, não insistiam na questão a não ser quando a hipocrisia europeia os obrigava em casos extremos, a isso!) -.

Resumindo: de que é que a Europa estava à espera? De que eles continuassem a ser apenas seres vegetativos? Que se limitassem à sua existência incógnita sem exigirem um pedaço do quinhão na abundância que muitos julgam ser um exclusivo dos “mais” civilizados?

Não se compra seja o que for sem receber a fatura. Eles “invadem” as nossas costas…Eles são a “fatura”! E nem importa quantas vezes a recusamos porque sempre que o fazemos, ela acaba diante de nós!

Fonte: Reuters

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