“muitas grandes verdades nascem de fake news”

Por Brasil 247

Jefferson Rudy: <p>Comiss�o Especial do Impeachment 2016 (CEI2016) ouve os autores do pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff. � mesa, jurista Jana�na Concei��o Paschoal. Foto: Jefferson Rudy/Ag�ncia Senado</p>

Do blog Segunda Tela – A advogada e co-autora do processo de impeachment da presidenta deposta Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, disse em sua conta no Twitter, nesta terça-feira (6), que “muitas grandes verdades nascem de fake news!”

“Quantos poderosos, quando desmascarados, alegam estarem sendo vítimas de fake news? As delações, as interceptaçōes e as ações controladas têm mostrado que não é bem assim! Claro que não podemos generalizar, mas muitas grandes verdades nascem de fake news!”

Em outro tuite, mais adiante, Janaína corroborou e justificou a frase, dizendo que a preocupação com as chamadas “fake news” deveriam ser minimizadas.

“Já há um bom tempo, eu tenho estranhado a preocupação das autoridades que zelarão pelas eleições com as chamadas fake news. A meu ver, respeitosamente, haveriam de estar mais preocupadas com a insegurança das urnas eletrônicas e com a efetivação do voto impresso.”

O assunto teve início com um tuite onde a advogada diz que várias fraudes foram descobertas através de notícias que, a princípio, foram tratadas como fake News.

“Olá, Amados! Pergunto: quem define o que é fake news? Fraudes que hoje estão fartamente provadas, quando começaram a ser anunciadas, eram tratadas como fake news! Mensalão, Petrolão e outros ãos… Retirarão dos cidadãos o poder de denunciar! Pensem nisso!”

Exemplo: Jornal O Dia – Por Adriana Cruz na coluna Justiça & cidadania

Claro, a notícia abaixo não é fake news, mas se os poderosos não puderem abafar a notícia, dirão que é fake news e processarão o jornalista por isso. –Cimberley Cáspio–

Rio – Decisão do juiz da 48ª Vara Cível, Mauro Nicolau, ecoa no TJ. Ele determinou multa de R$ 500 mil ao Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário e aos ex-diretores Alzimar Andrade, Carlos Barcelos e Ramon Carrera, se eles falarem com a imprensa sobre ação que respondem por dano moral.

A decisão de Nicolau foi com base em ação movida pelo desembargador contra o Sind-Justiça e seus ex-diretores porque foi denunciado ao CNJ pela prática de nepotismo. O magistrado, acusado de nomear uma cunhada, diz que ela é irmã de uma juíza com quem ele só namora. O desembargador pede indenização de R$ 100 mil.

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