Não importa como os inocentes morrem. Eles querem o país e suas riquezas.

 

Por Cimberley Cáspio

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No site Rede Voltaire, encontramos uma série de dossiês e operações secretas realizadas contra governos em todo o mundo. Planejamentos oficiais para operações não oficiais; tudo muito bem planejado, inclusive assassinatos.

Muito embora o planejamento de um golpe institucional possa ser feito além do oceano, os operadores recrutados estão dentro do nosso quintal. Às vezes, pode ser até o melhor amigo, o cozinheiro, o jardineiro, a governanta, enfim, nunca se saberá quem foi recrutado para a operação secreta mais importante dos conspiradores internacionais.

Por outro lado, assim como as instituições são facilmente compradas e manipuladas, os estudantes e Ongs, completam o quadro de agentes e atores da trama. E no andamento da operação, tudo pode acontecer: revolução armada, assassinato, suicídio, traição; tudo com o objetivo final que é colocar no poder um governo aliado, comprado, e que realizará a vontade dos poderosos patrões.

A desculpa que vem de lá, é: o esforço da comunidade internacional a favor da democracia e do direito à liberdade. Lutar a favor dos oprimidos por governos “tiranos”. E quem vai pagar toda à conta por essa “ação solidária de libertação”?Claro, nossos produtos e riquezas naturais.

Da mesma forma empresas internacionais instaladas no país obedecem às ordens que vem de fora. E se a ordem for desabastecer, será cumprida à risca, e imediatamente se formarão filas do lado de fora do estabelecimento comercial. Nessas filas, sempre haverá um infiltrado que provocará o caos, falando mal do governo e instigando a massa popular. O objetivo: criar revolta; desestabilizar à ordem pública. Como aconteceu e vem acontecendo com à Venezuela.

Os mandantes dessas aberrações internacionais jamais aparecerão. Fantoches nacionais e internacionais, assim como mercenários profissionais, farão o “serviço”. Se crianças vão morrer da forma mais brutal como na Síria, Iêmen e na Somália, tão nem aí. “Efeito colateral” é o que eles chamam o sacrifício por que passam os povos envolvidos no círculo da ganância e da loucura pelo lucro e poder. Não importa o jeito que os inocentes morrem. Eles querem o país e suas riquezas. Toda estrutura é fornecida para isso, sem limite se precisar, inclusive armamentos tradicionais, modernos e químicos.

Se no primeiro momento falhar, como já aconteceu em outras operações, não desistirão; mais tarde tentarão de novo. E se necessário for uma guerra aberta, são loucos o suficiente para avançarem no plano macabro, e triste de quem ficar na frente.

A verdade é que o passado é o presente. As potências do passado, que são as mesmas do presente, não permitirão o desenvolvimento das colônias no presente. Não permitirão a distribuição de riquezas aos nacionais, seja monetária ou de conhecimento; e se alguém se destacar, será removido para a “matriz”, ou, será calado de alguma forma. Um sentimento de ameaça, por mínimo que seja, será o suficiente para desencadear uma ordem externa para uma ação letal. Se necessário for, membros da milícia privada, uma vez conhecida como Blackwater – irão ao país alvo e farão o “serviço”.

Como então governar e desenvolver um país visto como colônia e não sofrer um golpe de estado, ou ser assassinado? O mundo e o feudo global. Cada grupo de nação, tem uma nação mandante, que responde pelas ações dos governos “coloniais”. E as nações mandantes respondem a um grupo de homens poderosos que se deslocam constantemente de um lado a outro do planeta, em constantes encontros e reuniões com seus gerentes, quer dizer, presidentes, supervisionando e ditando novas normas e direcionamentos. Havendo Harmonia, o grupo mandante local terá apoio e poderá ficar um longo tempo no poder, independente da miséria e sofrimento do seu povo. Mas se atravessar o caminho do Clube de Bilderberg será removido.

Link: http://www.voltairenet.org/article186839.html

 

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