Trump não vai querer bater de frente com o poder militar conjunto da Rússia com à China.

Por Cimberley Cáspio

Resultado de imagem para Foto: bravata americana de Trump

EUA e aliados, estão se valendo de mentiras, ou falsa bandeira, termo usado ultimamente, para justificar invasões a países alvos do ataque e saquear suas riquezas.

As maiores vítimas dessas mentiras são mulheres e crianças. Não há limite ético ou cristão para essa ações. Todas as práticas mais abomináveis são usadas, inclusive sabotagem se necessário. Não importa o número de vidas que possa vitimar.

O que podemos chamar isso? Desespero? Ou o quê? Governos desenvolvidos, pessoas inteligentes, por que se comportarem dessa forma? Usam covardemente a população civil para mexer com o emocional e atrair aprovação da comunidade internacional para uma guerra.

Não é mais uma questão de proteção à populações desprotegidas, é encenação na cara de pau a fim de justificar uma invasão. Tudo é muito bem preparado: “líderes e grupos terroristas” são criados e toda uma logística entra em ação com entrega de armas, treinamentos e bases de instalação. Não são mentiras baratas, são mentiras caras, que exige muito trabalho e treinamento especializado; com instrutores de órgãos oficiais e alto escalão; além do emprego de satélites para monitoramento ao vivo de todo movimento da operação, que é vista no outro lado do mundo pelos mandantes de tão abomináveis e desumanos projetos.

Em certos casos, a falsa bandeira, usa a prática de se valer de alguma outra nação como “laranja”, a fim do mandante principal não aparecer e não ser responsabilizado pela tragédia humana que possa ocorrer. A nação “laranja” recebe vultosa verba, apoio logístico, de inteligência, e realiza o ataque, que na maioria dos casos são secretos; mas como nem tudo é perfeito, às vezes o secreto é descoberto e revelado o autor da ação, que então cria-se na ONU por exemplo, uma operação internacional do abafa para tentar impedir que o  cheiro da merda saia da sala, quer dizer, do controle.

Claro que todo esse empreendimento direto dos EUA acontece quando há no país alvo da invasão, interesses vitais para à realização da manutenção do poder mundial e doméstico da nação, ou nações invasoras. Mas Trump não é louco pra querer testar  os poderes militares da Rússia e China conjuntos. Na verdade tudo não vai passar de uma simples bravata do presidente americano.

E quando o interesse é em menor escala ou nenhum, a ONU é então acionada para não dizer que nada foi feito,os capacetes azuis, que na verdade é uma mistura de militares de nações puxa-saco, quer dizer, colônias dos EUA, ou sem nenhuma importância.

Os EUA é muito macho com nações indefesas, mas não vai querer pagar pra ver com a China e a Rússia coadunados, emparelhados. Seria a terceira guerra mundial, e isso os americanos com certeza não querem. Donald Trump está aprendendo com Kim Jong-Un.

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