Disputa da Heineken por fonte de água vai à AGU.

Por O Antagonista – Editado p/Cimberley Cáspio

O Departamento Nacional de Produção Mineral vive uma guerra de pareceres em processo que envolve a Heineken.

O STJ decidiu que a cervejaria não pode explorar as minas de água que abastecem a fábrica da Bahia. E um parecer da procuradora Paula Castro reconheceu o direito de um empresário local sobre as minas.

Só que um segundo parecer, assinado por Herbert Pereira, ligado ao procurador-geral do DNPM, atual ANM (Agência Nacional de Mineração), mantém os direitos da Heineken, apesar da opinião dos técnicos do departamento. 2 pareceres antagônicos dentro da mesma Agência.

O imbróglio segue agora para a Advocacia-Geral da União.

Houve 2 leitores do Jornal que fizeram comentários bem interessantes:

Duarte – “Esta confusão chama-se propina, os holandeses não querem entrar na normalidade brasileira. Tenho amigos na mineração e sei da grande preocupação com o meio ambiente que é balela. Quantos da barragem que estourou em Minas Gerais estão presos? O dinheiro comprou as punições.”

Barbosa Neto – “Os empresários da Heineken são holandeses e por sua cultura e costumes são sérios e é quase certo que estão tentando suborná-los para liberarem a licença da água. Não estão preocupados com o meio ambiente e sim com dindin, money, mufunfa. Estamos no Brasil e Brasília dá um belo exemplo.”

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