Companhias de mineração se movimentam p/garantir segurança em barragens.

Por Felix Njini, Thomas Biesheuvel e William Clowes – mining.com

“As barragens de rejeitos são acidentes esperando para acontecer, tendo sido estudadas por mais de trinta anos.

Muitas das consultorias que realizam verificações anuais estão cansadas ou entediadas de sempre fazer inspeção, verificando todos os dias, cenas que nunca mudam.” Harvey Wood

[Imagem: indaba-marc-cutifani-feb-2019.jpg]

A Anglo American quer chegar a um ponto em que possa operar sem rejeitos, disse Mark Cutifani, CEO da Mining Indaba 2019 na Cidade do Cabo, África do Sul – Imagem do Flickr

Executivos, investidores e funcionários do governo se reuniram na Cidade do Cabo na African Mining Indaba, a maior reunião do continente de uma de suas indústrias mais essenciais.

Principais desenvolvimentos:

Barragens de rejeitos em foco. Todos os grandes mineiros falaram em querer garantir a segurança de suas barragens após o desastre da Vale no Brasil. A Anglo American fez uma previsão surpreendente de que quer chegar a um ponto em que possa operar sem rejeitos. A Ford chama o cobalto de “caixa única”. A montadora está buscando reduzir sua dependência do material chave da bateria. A Barrick Gold já começou a se envolver com a nova administração na República Democrática do Congo, e o CEO Mark Bristow disse que ainda espera romper um impasse com a Tanzânia sobre a Acacia Mining.

Rio Tinto relembra a segurança dos rejeitos

As equipes técnicas do Grupo Rio Tinto estão trabalhando para considerar o que mais a empresa pode fazer para garantir a segurança de suas barragens após o desastre no Brasil, disse Simone Niven, chefe de relações corporativas da mineradora. Niven disse que a empresa emitiu novos padrões de rejeitos em 2015 e que suas barragens estão sujeitas a revisões independentes de terceiros. A empresa opera cerca de 30 barragens de rejeito.

Barrick em rejeitos

A Barrick está “paranoica” com suas barragens após o recente desastre da Vale, disse Bristow. O colapso da barragem matou pelo menos 110 pessoas e arrasou parte da cidade de Brumadinho. A Barrick revisa todos os seus sites trimestralmente e acredita que suas barragens de rejeitos estão em uma forma razoável, disse Bristow.

É essencial que as autoridades cheguem à raiz do problema o mais rápido possível e revisem as melhores práticas para rejeitos, disse Bristow. Ter terceiros inspecionando e assinando coisas como barragens de rejeitos não abdica da responsabilidade da gerência. “A responsabilidade nunca deixa a equipe executiva”, disse Bristow.

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