Que general está à altura?

Por Cimberley Cáspio

[Imagem: 1*-mbixuyFY5OSnbOXcq1nAA.jpeg]

A força de uma nação, pode depender somente de um homem. Não um homem qualquer, mas um homem com extrema coragem, patriotismo, sabedoria, conhecimento e livre para julgar e se possível, exterminar os covardes e traidores do seu meio.

Esse tipo de homem tem o seu nascimento restrito ao tempo, e pode não nascer em uma geração, nascendo somente na geração posterior. E nasce com o dom para determinar ao seu tempo em sua tropa quem viverá e quem morrerá. E mesmo comandante estará na frente de batalha com os companheiros. Ele não é covarde e jamais trairá seus irmãos e o seu país. Matará ou morrerá por eles.

A inveja contra esse tipo de homem é mortal, tudo por força do seu talento, capacidade de coordenar e obter vitória diante da crise mais pesada, e até encarniçada.

É um animal? Não. É um homem. Nascido de Deus, ensinado por Deus, e dotado de coragem e princípios para botar ordem no caos. 

É odiado pelos inimigos domésticos e elogiado pelos inimigos derrotados em combate. Não visa a carreira, mas o dever da missão, a justiça, o país, e o seu povo.

Se for ferido e se restabelecer, pede para voltar ao front ao invés da reserva.

O general George Patton, além de grande respeito também era muito invejado por colegas de mesma patente e chamado até de rebelde. Mas sua rebeldia não era devido a indisciplina, mas sim, pertinente uma visão superior de inteligência que não aceitava menos que a razão da coisa correta, pois toda decisão envolvia vidas de irmãos de farda, e uma tomada de decisão errada poderia significar a morte de muitos. Mas Patton sabia que o maior perigo não estava na frente de combate, mas no ego de colegas de patente que fazia parte do seu círculo comum. 

Em todo cenário de guerra, o espetáculo é de horror, mas, mesmo em uma guerra doméstica, o cuidado pela vida é extremo e não se pode ter misericórdia com Cains, pois mesmo sendo irmãos, todos os Cains são letais e não pensarão duas vezes se tiver que matar em prol de interesses pessoais prejudicados.

Muitos queriam e ainda querem o estrelato e a fama, e Patton só desejava fazer o seu trabalho;cumprir com o seu dever constitucional. E hoje, 74 anos depois de sua morte, sua estrela é a mais reluzente e sua fama é um exemplo de como um soldado deve ser.

Não se prepara para o comando, nasce para comandar. É um ato sobrenatural.

Que general está à altura?

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