O tenebroso G2 – serviço secreto cubano infiltrado no governo venezuelano.

Por Heitor de Paola – Papéis Avulsos – Editado p/Cimberley Cáspio

Resultado de imagem para Foto: o G2 cubano

Sendo parte do Ministério do Interior cubano, o G2 foi fundado no começo da revolução com o propósito de lutar clandestinamente e cuidar da segurança dos líderes castristas. Hoje em dia, à parte do que já se mencionou, o G2 protege os altos comandos da revolução cubana, luta e aniquila os inimigos internos de tal revolução e se encarrega de atacar e prevenir a infiltração de agentes norte-americanos.

O G2 foi criado e treinado pelos assassinos da antiga KGB e da Stasi da Alemanha Oriental. É uma agência de espionagem que se encarrega de se infiltrar em países democráticos, com a finalidade de fornecer informação pertinente para disseminar o comunismo nas nações onde lhes permitem a entrada, usando todo tipo de argúcias sutis e crimes necessários. Não se detêm ante nada.

São experts assassinos, sabotadores, pacientes doutrinadores ideológicos. Quando chegam em um país que os hospeda, se misturam na sociedade camuflando-se em grupos de artistas, médicos, sindicatos, estudantes, etc, com o objetivo de ganhar adeptos e militantes para a causa.

Na Colômbia trabalharam cerca de 7.000 agentes do G2 fazendo-se passar por atores, médicos, bailarinas, artistas, professores universitários, defensores de Direitos Humanos, ativistas meio-ambientalistas, treinadores desportivos, experts em segurança, analistas de propaganda e publicidade. Todos com documentação legal outorgada pelo governo do então presidente Juan Manuel Santos e, é necessário dizer, por governos anteriores. Talvez os mandatários que permitiram a entrada de mais agentes cubanos foram Belisario Betancur, César Gaviria Trujillo e Juan Manuel Santos. Julio César Turbay os perseguiu com coragem e bravura.

Foram eles que assessoraram e controlaram as eleições para a fraude monumental que reelegeu o ex-presidente Juan Manuel Santos.

Nos últimos anos o G2 pôs especial interesse em treinar pessoal da esquerda colombiana com vistas a replicar o modelo marxista cubano neste país. Na informação de que dispomos, sabe-se que os cubanos não tinham reparo em desenhar uma espécie de levantamento armado na Colômbia para enfrentar em cada rua de cada cidade e povoado, colombianos a favor e contra o projeto de Havana. As instruções dos Castro são muito claras: chegar até as últimas conseqüências para desestabilizar o país, mediante o crime organizado, o caos social, a expansão da drogadicção, a destruição da família, as campanhas ideológicas a estudantes de todos os níveis, o financiamento de agentes colombianos a serviço de Cuba, o fomento do ódio de classes, a infiltração nas filas uribistas para atacar desde dentro e desmoralizar mediante o complô e a traição os inimigos do comunismo.

Aumentar o clima de insegurança e medo mediante o estímulo da delinquência comum e do narcotráfico é prioritário para o G2, ao mesmo tempo em que promovem as artes cênicas e o desporto, ou a “cultura, educação e ciência” mediante o Complexo cultural Andrés Bello, infestado de pró-castristas.

Os tiranos de Cuba sabem que é muito mais simples corromper com dinheiro que assassinar, e fazem isso de maneira muito natural.

César Gaviria foi quem abriu as portas para milhares de cubanos do G2 em pagamento a Fidel Castro por ter salvado a vida de seu irmão, Juan Carlos Gaviria, seqüestrado por um subgrupo do M19 conhecido como JEGA.

Dois personagens sinistros “Gobin” e “Lázaro”, recrutaram na Colômbia durante muito tempo para o G2 cubano. Foram eles que levaram os prêmios para montar a história “dos grampos do DAS”, por destruir o DAS (Departamento Administrativo de Segurança) e levar José Miguel Narváez à prisão. Não conseguiram envolver Álvaro Uribe Vélez, porém conseguiram sim, que María del Pilar Hurtado tivesse que fugir do país.

A realidade era que José Miguel Narváez havia conseguido recopilar no DAS uma volumosa pasta onde estavam relacionados todos os agentes cubanos, os membros das FARC, o ELN e outros bandos que estavam atuando como políticos em vários partidos. Narváez também tinha a relação das empresas de propriedade das FARC e todo o dossiê das finanças “legais” dos bandidos, acionistas de reconhecidas empresas de milionários que continuam com aparência de legalidade.

Foi assim que os agentes do G2 “Gobin” e “Lázaro” recrutaram Rafael García em uma viagem à costa onde se sabendo da homossexualidade de García, o enamoraram e o convenceram em meio à orgia, a que colaborasse dando os falsos testemunhos que o país já conhece.

Importante mencionar Tony López, o terrorista vivo mais importante de Cuba. A inteligência colombiana sabe quem ele é, porém, inexplicavelmente ninguém pôs a mão nele. É um homem sumamente perigoso e chegou a Barranquilla em 1998 sob o disfarce de empresário. Ele sustenta muitos espiões cubanos.

Também incrivelmente, três congressistas colombianos – um deles do partido conservador – sabia disto e ajudou a financiar os cubanos que Castro enviava. E inexplicavelmente o sistema de proteção à oposição foi controlado pelo “agente Arturo”, um colombiano recrutado por Cuba e pago pelas FARC. E nem é necessário lembrar-lhes de “Santiago” (cognome no terrorismo do ex-presidente Santos).

No mundo das artes cênicas também temos nossos cubanos do G2 que se fazem chamar “mestres” e doutrinam as mentes febris e passionais de nossos atores de teatro e televisão com contos românticos da luta pelos pobres. Estes G2 choram quando falam de meninos mendigos nas ruas de Bogotá, porém não dizem nada da miséria que há em Cuba, graças a seu admirado e saudoso Fidel. Relatam suas guerras em Angola, seu amor pelo teatro e pela liberdade de pensamento, contam que alfabetizaram anciãos e órfãos e dedicaram centenas de horas ao serviço social, porém guardam o segredo de que são agentes cubanos com uma missão específica de fomentar o ódio de classes e desatar a violência se assim for a ordem da ilha.

São gente sumamente perigosa. São criminosos treinados, sem escrúpulos de nenhum tipo, e a maneira de identificá-los é porque amam a revolução cubana e atiçam a fogueira da luta de classes enquanto eles vivem como reis, e a passam em coquetéis de personalidades que admiram seus trabalhos como diretores e atores.

A revista digital Confidencial Colombia, junto com a embaixada Suíça na Colômbia, tiveram como convidado de honra o criminoso ativo do G2, Juan Roberto Loforte, e ninguém disse nada. Até Camilo Gómez, comissionado de paz durante o governo de Andrés Pastrana e parceiro vice-presidencial na candidatura de Marta Lucía Ramírez, posou orgulhosamente para que o fotografassem a seu lado. E nem há o que dizer do General Alzate abraçado com Rodolfo Benítez Verson, outro do mesmo bando. É assim. O G2 não é uma história pitoresca de espiões. É uma realidade macabra e ativa na Venezuela.

Tradução: Graça Salgueiro

.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=5066

Um comentário

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