Se estou na casa do vizinho, o meu limite é a porta de saída.

Por Cimberley Cáspio

Vídeo extraído do Fórum Anti Nova Ordem Mundial

O apoio da Europa em trazer pra dentro de casa vizinhos imigrantes, entre eles muitos muçulmanos, está criando um pandemônio em vários países. França e Dinamarca estão sendo as maiores vítimas dessas ações.

É importante manter uma relação de amizade com outros países, mas trazer o vizinho pra dentro de casa pode ser uma faca de dois gumes. Todos os países tem seus problemas domésticos, e se os vizinhos acolhidos criarem mais problemas, a coisa sai do controle como no vídeo acima.

É claro que observando o vídeo, houve uma provocação de um nativo dinamarquês aos imigrantes muçulmanos em seu país, mas o nativo está na casa dele. O certo é: “os incomodados que se mudem”. Mas a coisa não é bem assim. Os imigrantes não querem se mudar e ainda implantar suas crenças na casa dos outros. O que não é admissível. Independente se o nativo faltou ou não com a ética e o respeito que se deve ter com aqueles que o seu governo acolheu.

Fato é que não se pode ofender a outro. Mas se não estamos na nossa casa não temos o direito de exigir respeito; e se o respeito não acontece, o natural é a porta de saída, ir embora. E não partir pra cima das pessoas da casa. Mas infelizmente, com as devidas exceções, os muçulmanos não olham dessa forma. Estão na casa dos outros e ainda querem implantar suas crenças e ter domínio do local.

O governo brasileiro tem a tradição de acolher imigrantes do mundo inteiro. E temos também aqui brasileiros radicais, que são capazes não só de jogar o Alcorão ao ar como também a Bíblia cristã, mas por mais errado que seja tal ação, o brasileiro está na casa dele, e que as forças sobrenaturais do Alcorão e da Bíblia respondam a ofensa praticada diretamente ao nativo que efetuou o ato ofensivo, e não o vizinho ofendido arremeter contra o homem ofensor. Lembrando, o ofensor está na casa dele.

Todas as crenças devem ser respeitadas; mas o radicalismo por parte de alguns é natural, tanto no próprio país deles como no nosso. Que a moderação deve ser o norte da consciência humana, não há dúvida, mas não podemos condenar um irmão nativo porque ele é radical e não acredita em religião. E cada um tem a sua opinião formada a respeito do que pensa. E se ninguém der importância, é como uma nuvem que se dissipa. Quando der por si, não há mais lembrança do que se passou.

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