A indústria política declarou guerra aberta. A soberania do país foi atacada.

Por Cimberley Cáspio

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A indústria política declarou guerra aberta contra o novo governo. O Congresso Nacional, a banda podre da justiça e instituições ligadas à esquerda, decidiram o enfrentamento aberto a fim de derrubar o novo governo e voltar ao poder.

Foi-se a esperança do diálogo e resta saber agora como o governo Bolsonaro reagirá, pois depois desta, nem a ABIN é mais confiável, falhou gravemente ao permitir a antecipação da invasão de hacker nos meios de comunicação do Ministério da Justiça, expondo diálogos privativos de autoridades.

O vespeiro enxameou. A indústria política está confiante na militância, influência e no grande volume de dinheiro que ainda lhe resta para avançar no objetivo de retomada do poder. Não haverá misericórdia, atropelará e passará por cima do oponente que cair em suas mãos.

O Brasil e a população brasileira deixou de ser o objetivo e sim, o poder, simplesmente o poder. Os tambores da guerra estão tocando; e o exército vermelho já está em ação com todos os seus membros e agentes em atividade nos mais variados setores públicos, autárquicos e privados, com uma só ordem, que é: atacar e aniquilar o novo governo.

No entanto, em uma guerra, quanto mais apoio, maior a chance de vitória. E usar somente as Forças Armadas, não é uma garantia. Se Forças Armadas fossem garantia de vitória contra inimigos, a África hoje já seria um Jardim do Édem, devido histórica presença de contingentes da ONU no Continente.

O trunfo seria o resgate dos que estão presos aos grilhões do sistema, como pobres, extremamente pobres, negativados no spc & serasa e também na dívida ativa, onde grande parte desse contingente está em cativeiro no Norte e Nordeste. E resgatá-los nacionalmente seria fundamental.

O presidente Bolsonaro ao anistiar partido político deu um tiro no pé, pois esses já estão se unindo com o inimigo no lado contrário da Pátria. Mas, se o presidente anistiar e resgatar os sequestrados e reféns do sistema, poderá ganhar apoio significante e que será extremamente bem-vindo nessa guerra que só começou.

E já que se trata de uma guerra de verdade,as leis estaduais e municipais já não fazem tanto sentido, permitindo assim, o governo invadir à área inimiga e resgatar os brasileiros mantidos presos pelo sistema. Com o resgate e o apoio espontâneo do povo, as Forças Armadas terão mais força, principalmente na área de inteligência, pois o povo em geral dando apoio ao novo governo, a indústria política, por mais dinheiro e influência que possa ter, não encontrará facilidade para avançar no seu objetivo.

Voltaremos a ver o que vimos em 64? Haverá banho de sangue? Resta saber agora de que lado ficarão as Forças Armadas. A favor do Brasil, ou da indústria política?

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