As leis favorecem o mal.

Por Cimberley Cáspio

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Muitas leis que vigoram hoje no país, favorecem o mal, favorecem corporações, e claramente separam ricos dos pobres.

Segundo a Constituição Federal, os direitos e deveres deveriam ser iguais para todos, deveriam, e que todos são iguais perante a lei. Mas não é verdade. Hoje, as leis brasileiras, são a maior causa de indiscriminação no país.

A Operação Lava Jato descortina e revela todo esse cenário triste e decadente de uma nação, onde autoridades debocham de autoridades, manipulam a lei segundo os seus interesses e não pensam no bem comum, e sim, no bem próprio, independente do prejuízo coletivo que isso possa causar.

Para esses, roubar estando no poder não é crime; e o dinheiro público é um bem particular só deles. Ao povo, cabe a obrigação de fabricar e destinar esse bem aos lords moradores nos castelos para sustento de suas vaidades e luxo. Quanto ao sacrifício que se produz em viver e trabalhar somente para pagar imposto, eles tão nem aí. Se morre um, nascem 10. A maternidade está de vento em popa.

E enquanto a lei mantém portões abertos para as classes mais abastadas, outras leis se não fecham, deixam apenas algumas arestas para o resto da população, criando um apartheid legal sem nenhum constrangimento. E os legisladores e beneficiários dessas legislaturas fazem a festa. A coisa é tão louca que ao terminar uma eleição, eles já se empenham para a próxima campanha. Não há, não existe um momento de parar, esquecer a campanha que passou e objetivar o trabalho destinado ao bem comum, ao povo brasileiro, ao Brasil como um todo. Não. O assunto é campanha eleitoral 24h por dia, além claro, de negociar lotes políticos e aumentar riquezas pessoais.

Enfim, a democracia é o governo do povo para o povo? Não, não é. O povo brasileiro não tem acesso a lei, e a lei não o favorece. E por que escrever a lei brasileira de forma tão complexa e difícil do povo entender? Qual a finalidade de tornar difícil para a maioria da população o entendimento da lei? Se a intenção fosse realmente o sentindo da lei, não precisaria ser interpretada, em alguns casos, até traduzida. Mas como o objetivo é criar dificuldades e esconder obscuridades do povo brasileiro, escreve-se a lei de forma difícil, e as vezes até em outra língua diferente da nossa(latim). E por acaso a população brasileira fala latim? Essa forma de legislar não tem cara de boa intenção.

Finalizo assim, com uma triste observação: por causa da legislação em causa própria, a democracia brasileira é muita cara para o país. Imagine sustentar cada família de membro dos poderes e autarquias da República! Na monarquia, sustentamos uma só família. Por isso a monarquia é muito, mas muito mais barata, sem dúvida.

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