Nascemos em berço monárquico. A República nada tem a ver com o Brasil.

Por Cimberley Cáspio

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D.Pedro II – “Esse homem tinha muito mais honra que muitos marechais da época.”

O Brasil ia muito bem até ser sequestrado pelos republicanos, onde ainda hoje é refém. Mas é importante dizer que a monarquia não foi extinta, o trono está vago. Esperamos apenas o momento do sol nascer e uma nova aurora irradiar expansões de uma nova vida, no sentido da raiz brasileira estourar a terra e se fazer presente, forte, como as maiores árvores da Amazônia.

Diferente dos EUA que nasceu sob o berço maçônico que resultou de fato em República, o nosso berço é monárquico, nascemos na monarquia, e o desvio da nossa essência nos fez levar para caminhos por onde nos contaminamos com a subserviência e o desprezo. Fomos levados à República, um sistema político que não condiz com a nossa centralidade básica de governo, e passamos a conviver em comunidades de países que nada tem a ver com a nossa característica central de nação.

O Brasil é um país nobre por natureza, e sua nobreza está em cárcere privado há 130 anos. 130 anos de humilhação. Mas o mal não dura para sempre, tem início, meio e fim. E minha intuição diz que o mal já está chegando próximo ao fim, o que para nós, os monarquistas, será o momento da nossa redenção, redenção da Pátria, quando o país estará novamente reabilitado a estar de volta a comunidade das nobres nações.

A monarquia é reverenciada, adorada e admirada até por quem não é monarquista. Ali está o verdadeiro governo de um povo. E a saída ou entrada do rei, exige um cerimonial de destaque, causando perplexidade aos nativos e estrangeiros observadores quanto ao movimento e passagem da guarda de honra e comitiva.

E precisamos voltar a aprender a reverenciar, pois será exigido na presença do rei, na sala do trono. E claro, sabemos que todo esse aprendizado não será do dia pra noite. Afinal, não se dá cavalo de pau num transatlântico. E a paciência será fundamental para esperar a meia-volta completa.

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