Está superado o problema do vazamento de óleo nas praias do nordeste, quer dizer, prejuízo à parte, que se danem as vítimas.

Por Cimberley Cáspio

Resultado de imagem para Kate - brasileiro é muito bonzinho

O governo não vai mais querer saber quem foi o causador do vazamento de óleo nas praias do nordeste, claro, ele é o causador, mas jamais assumirá essa culpa. E já que o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, confirmou que as praias estão livres da “substância”, o negócio agora é abrir as porteiras para os turistas e começar a ganhar dinheiro.

Gilson Machado Neto, declarou à imprensa que esteve nas praias mais atingidas e não viu mais nenhum resquício de óleo, onde aproveitou para mergulhar, a fim de mostrar ao Brasil e ao exterior que as praias estão “limpas”. O óleo desapareceu “milagrosamente”, só não sei se dos pântanos também, que não foi mencionado.

O prejuízo fica por isso mesmo, se o pré-sal é o culpado, é só pagar um salário mínimo aos pescadores locais e dentro de um tempo, a coisa abafa e ninguém mais vai lembrar disso.

Como dizia a Kate Lyra: “brasileiro é tão bonzinho.”

Toda indenização de tragédia é padrão indenizar as vítimas com salário mínimo, ou, deixar as vítimas amargando o prejuízo; Mariana e Brumadinho que o digam. E como estamos acompanhando a Lava Jato, com as devidas exceções, a justiça brasileira sempre estará ao lado do poder, nunca da justiça, o que faz e obrigam as vítimas de tragédias no Brasil, incorporarem o personagem do brasileiro bonzinho.

Nós, o povo brasileiro, que somos os donos legítimos do país e que deveríamos ter direito as riquezas da nação, infelizmente, nessa “empresa” que é nossa, só os “empregados” é que podem ficar ricos, e não nós, os patrões. Não temos direito às riquezas e nem direito às indenizações por prejuízos causados pelos “empregados”, os quais, nos oprimem com um salário mínimo que nem mínimo o suficiente para sobreviver é.

E o salário mínimo que o povo brasileiro recebe, é uma opressão governamental, pois nem se pode chamar isso de salário mínimo. Como também, não se pode chamar de vagabundo o dono da “empresa”, independente se a presença dele é constante ou não na instituição. E o muito estudar ou não, também não é motivo para julgar quem pode ou não ficar rico.

Por enquanto a Kate Lyra tem razão: “brasileiro é muito bonzinho”

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