Água: preservar e controlar, ou escravidão e morte.

Por Cimberley Cáspio

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A água será a problemática e o fundamento das guerras, não digo a médio prazo, mas já a curto prazo.

A falta de cuidado e desprezo aos meios naturais, provocou um desastre climático que o homem não mais consegue pôr em ordem. E como não consegue mais pôr em ordem, cria alternativas artificiais sacrificando e encarecendo a captação do recurso em todo o mundo.

E os mais pobres já estão sofrendo pela falta do recurso, enquanto os sacrifícios não tem limites na busca do sagrado líquido quando se precisa para sobreviver.

Ao se alienar da natureza como se dela isso pudesse fazer, a vida humana foi condenada à morte, e muitos mortos-vivos vão sobrevivendo à míngua, no arrasto, na conta-gota do recurso natural que está desaparecendo em muitos lugares da Terra.

E a alienação vai cada vez mais ampliando e tomando distância da vida. Deixando o homem sob a ameaça e o cerco da morte; não um, nem dois, nem três, mas milhares, milhões e milhões de vidas ceifadas a cada instante, a cada segundo, devido a falta d’água, ou a guerra pela água.

Sendo assim, o que valerá mais no futuro? Um grama de ouro, ou um litro d’água? O homem se escravizará para obter á água? Sim, infelizmente a escravidão voltará, e não serão escravos de uma só raça, porém de várias raças. Pobres que se submeterão aos ricos para terem o direito de poderem usufruir de um mínimo de água.

É o caminho do abismo, e como boi ao matadouro, a humanidade segue de forma cega e louca, sem medir consequências levando propriedades e famílias ao buraco da morte na ilusão de que há luz na escuridão.

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