Se a indústria funerária revelasse os números diários de mortos em todo o Brasil, o brasileiro se daria conta de que estamos em guerra pra valer.

Por Cimberley Cáspio

Resultado de imagem para FOTO: BANDEIRA COM SANGUE

Estamos vivendo um momento de grande intensidade. Por um lado, a monstruosa corrupção que assaltou os cofres da nação e continua ativa nas instituições brasileiras, tanto públicas quanto privadas.

Por outro, somos vítimas de um genocídio praticado às claras matando brasileiros aos montes diariamente; atacados pela violência, epidemias, agrotóxico, e opressão tributária, a qual, tira de cada um brasileiro, independente se rico ou pobre, 11 mil e 500 reais, eu disse 11 mil e 500 reais.

Uma guerra em que somos atacados por 4 frentes poderosas e não estamos conseguindo manter uma resistência, pelo contrário, estamos sendo mortos em grande quantidade, sem contar os feridos.

A indústria funerária tem os números diários de mortos em todo território nacional, e deveria ser forçada a passar esses números para a mídia. É um holocausto de brasileiros jamais testemunhado em toda a história da República.

Tudo é feito para que o padrão de normalidade seja mantido, e os brasileiros sigam suas vidas como se nada tivesse acontecendo, ou, se está acontecendo, são apenas algumas mortes corriqueiras. Mas a realidade é muito mais séria do que imaginamos. Uma guerra real está acontecendo nesse país, e no momento, estão morrendo mais civis do que militares, digo, militares PMs, principalmente no Rio de Janeiro. A Organização Criminosa que tomou conta do Brasil, é por demais poderosa, e no momento, a vantagem está com ela.

Por que morre mais civil do que militar? A resposta é simples: o civil é lucro em todo o sentido, inclusive a sua morte. Quanto mais pobre, pode-se explorar quanto a mão de obra barata e opressão tributária; se ficar doente, a Organização Criminosa lhe tirará praticamente o seu sustento através de gastos com exames e remédios; se morrer, completa-se a lucratividade no processo funerário. Já os militares, arrebanha-se como apoio ao braço armado e operacional da ORCRIM. Para não se criar uma situação clara de banditismo oficial, uma parte da PM, principalmente carioca, é lançada ao sacrifício, como estamos testemunhando quantidade extrema de policiais PMs mortos e feridos.

Se a indústria funerária revelasse os números diários de mortos em todo o Brasil, o comportamento do brasileiro mudaria em algum sentido.

E a realidade é feia. A verdade é que está muito ruim para nós. Estamos oficialmente em guerra, e estamos perdendo tragicamente.

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