Tedros Adhanom, diretor da Organização Mundial de Saúde, foi acusado em 2016 de abafar pelo menos outras 3 pandemias na Etiópia

Por Politz

É perverso como algumas Agências de Saúde no mundo, desprezam vidas humanas em favor de vultosos valores em dinheiro e manutenção do poder.

Tedros Adhanom Ghebreyesus – presidente da Organização Mundial de Saúde

POLITZ sempre tenta trazer fatos históricos que podem explicar um pouco da nossa realidade. É a velha máxima de conhecer o passado, entender o presente e prever o futuro.

Dessa vez, recuperamos um artigo publicado em 2017 por uma mídia mainstream de altíssimo alcance mundial (The New York Times), mostrando que o histórico do atual presidente da Organização Mundial da SaúdeTedros Adhanom Ghebreyesus não é dos melhores, sendo acusado de ter abafado pelo menos 3 pandemias de cólera enquanto era Ministro da Saúde em sua terra natal, na Etiópia.

Na época em que ainda era Ministro da Saúde (de 2005 a 2012) na EtiópiaTedros era o principal candidato a comandar a Organização Mundial de Saúde e em meados de maio de 2017, ele foi acusado de encobrir pelo menos três graves epidemias de cólera que afetaram o seu país e também, prejudicando a sua campanha para a OMS, o que acabou não resultando em nada, já que o establishment conseguiu colocá-lo no posto de chefe da OMS.

A acusação na época foi levantada pelo Dr. David Nabarro, um candidato rival na corrida pelo comando da maior agência de saúde do mundo, um expert em saúde pública, notoriamente conhecido.

Tedros obviamente negou todas as acusações e afirmou que “não estava surpreso mas um pouco desapontado” pela estratégia “baixa” de tentar prejudicar sua imagem, afirmando que os oficiais de saúde “britânicos” foram os responsáveis pela campanha contra sua candidatura.

Dr. Nabarro, seu concorrente, conversou com a fonte originária, reafirmando as acusações contra Tedros e ainda reafirmou que a Etiópia continuava a sofrer com uma pandemia de cólera durante a própria campanha pelo posto na Organização das Nações Unidas.

Outras pessoas também confirmam a tese de Nabarro, como por exemplo, Lawrence O. Gostin, diretor do O’Neill Institute for National and Global Health Law, da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, afirmando que a Etiópia tem um longo histórico de negar epidemias de cólera no país, inclusive sobre o comando de Tedros Adhanom.

Gostin na época afirmou que se a Organização Mundial de Saúde aceitasse Tedros como diretor da agência, “ela poderia perder sua legitimidade”, já que seria comandada por um representante de um país que tem como histórico “encobrir e esconder casos de epidemia”.

Aí está a Organização Mundial de Saúde comandada por um homem que foi acusado de esconder epidemias dentro do seu próprio país e vemos agora a história se repetir, só que em nível mundial.

Espera-se que os responsáveis por esse genocídio global, sejam severamente punidos. Independente se homens, partidos políticos, ou nação.

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