O Brasil está literalmente em guerra. E deserção em tempo de guerra é considerado crime capital e julgado por Tribunal Militar.

Por Cimberley Cáspio

MULA LIVRE #FechadoComBolsonaro 🇧🇷's tweet - "@GFiuza_Oficial ...

Com muito orgulho, sou brasileiro e servi o Exército dessa nação. E uma vez que tive essa maravilhosa experiência que muito me ensinou e me transformou em um homem melhor, líder amado da minha família, aprendi também que em tempo de guerra, deserção é crime capital. E é o que estamos vivendo agora.

A Nação está em guerra contra 2 inimigos poderosos, um é o coronavírus, e o outro, é o comunismo implantado no país com fortes conexões nos poderes e instituições.

Depois de muitos anos, os patriotas se lançaram no difícil empreendimento de resgate do Brasil, e o país entrou em estado de calamidade pública, em estado de guerra. E a tensão, pressão, e morte, é normal em ambos os lados, inclusive o medo. Mas como disse o grande general americano George Patton: ” Todos os homens tem medo na batalha,porém covarde é aquele que deixa o medo superar o senso do dever”.

Sérgio Moro serviu o Exército Brasileiro e foi voluntário para à missão que a ele foi destinada no Ministério da Justiça. Moro sabe muito bem que em tempos de paz, não há problemas nas mudanças de funções, transferências, ou mesmo a baixa da Força, a pedido próprio. Mas em tempos de guerra, muda tudo, e pra pior. E quem já está na fogueira, conhece os riscos e está ali para o que der e vier. E se voluntariou, também sabe que está sob ordens superiores e que qualquer mudança de função, transferência, será por força do comando e jamais a pedido de um soldado.

E não existe baixa da Força em tempo de guerra. Só existem 2 formas de sair do conflito: que é morto, ou ferido em batalha.

Sendo assim, independente do que o Sérgio Moro pensa ou deixa de pensar, o setor político segue as mesmas regras. E a ação praticada pelo ex-ministro é considerada nesse tempo que estamos vivendo, como deserção.

Se concordava ou não com as diretrizes do comandante em chefe da nação, tinha como obrigação acatar ordem superior, e não divergir do comando, divergência essa, a qual, fez com que o chefe da nação tivesse que vir a público e explicar o dito pelo não dito relativo a um comportamento inadequado e criminoso de um subordinado. Um constrangimento que o comandante em chefe não precisava passar, devido muitas outras ocupações relevantes sob sua responsabilidade relativas ao andamento da guerra que ora enfrentamos.

Colegas civis e militares próximos tentaram o máximo junto ao ex-ministro para que o mesmo reconsiderasse a decisão. Sabiam da gravidade da transgressão que o ex-ministro estava para cometer e suas consequências; e em vão. A arrogância do transgressor foi maior do que o seu senso do dever para com à Pátria.

Só digo uma coisa: deserção em tempo de guerra é crime capital, e julgado por tribunal militar.

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